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Et’s – Again, again,…, and again!

junho 29, 2010

Depois de tempos jogado ao acaso e perpetuado pela inércia promovida pelos antigos posts, este blog renasce depois sessões em regime de desfibrilização. Parece tudo muito parecido, again!

Vamos aos fatos! Quem que alguma vez já não passou por este blog e não viu o famigerado post sobre a entrevista feita por nós ao ufólogo, Lourival Gomes. Pois bem, ele voltou e agora em grande estilo. Nesta segunda-feira, 28/06/10, ele esteve no Programa do Jô, para dar uma entrevista sobre seus conhecimentos. Para quem não acompanhou, poderá ver agora:

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Conheça o ufólogo Lourival Gomes Navarro

outubro 16, 2008

Para vocês saberem mais sobre o nosso entrevistado, encontrei um artigo sobre ele na internet, confiram:

Todo mundo tem um amigo com uma história de ter visto um disco voador e Lourival Gomes Navarro, 48 anos, até já tinha visto algo parecido: “Sempre à noite”, frisa. Mas foi sete anos atrás, em um sábado como tantos outros, que sua vida mudou. Como de costume foi fazer a feira e, depois, tirar um som na casa do amigo, na rua José Sargento Spezzoto – travessa da Jorge Chammas: “Em plena luz do sol vi um monte de óvnis que vinham muito rápido e silenciosos. Falei para o meu amigo, você está vendo o que estou vendo? E ele, assustado, disse que sim”, recorda. “Em seguida, do mesmo horizonte – na direção do aeroporto – veio outra nave, só que imensa, quilométrica!!!”.

Ele descreve a “nave mãe” como cilíndrica, na cor de alumínio polido e brilhante, com parte inferior preta: “Um enorme barco sem janelas, sem insígnias, acompanhada de pequenas naves de 50 metros de diâmetro. Pensamos que era o julgamento final!”, diz. A imagem está no banner do seu quintal (foto) e também tatuada no seu braço.

Depois da incomum experiência, Lourival não parou de estudar os discos voadores e descobriu uma foto tirada no bairro de Santo Amaro em que aparece a mesma nave mãe em forma de charuto metálico. “Esta nave aparece no mundo inteiro, tem outra foto tirada nos EUA, em 1952, por George Adamski, uma autoridade no assunto, mas obviamente chamado de charlatão”, informa.

Lourival confessa que nunca mais teve essa experiência, mas para entendê-la mergulhou nos estudos. Ele afirma que em toda a Bíblia há citações sobre as naves: “A versão da língua portuguesa traduziu a palavra hebraica mercavah ou mercabah como carruagem, mas o correto é carro celestial”, diz. Ele ainda mostra o afresco Batismo de Cristo (1710), de Aert de Gelder (ao lado), em que aparece um enorme disco voador.

Atualmente, Lourival além de consertar artigos de couro e locar um estúdio de gravação localizado nos fundos de sua casa, na rua Joaquim Távora, oferece consultas gratuitas sobre discos voadores na Bíblia. A placa que apresenta seus serviços ganhou notoriedade e foi publicada pela Veja São Paulo, na seção Mistérios da Cidade: “Saiu em um livro chamado O Brasil das Placas e o repórter da revista veio até aqui”.

A maior coincidência foi quando a fotógrafa, Daniela Tovianski, disse que morava no pedaço: “Ela mora na rua em que vi os ovnis!!!”, conta Lourival, que aumentou muito sua freguesia depois da divulgação dos serviços. “O pessoal vem com a desculpa do conserto, mas o que querem saber mesmo é sobre discos voadores!”.

Fonte: Pedaço da Vila